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O que restou de 1922

Mário de Andrade soube entender a necessária simbiose entre a cultura e a política

Ouvi falar do autor de Macunaíma pela primeira vez na casa de Paulo Duarte – Imagem: Acervo Casa de Mário de Andrade/GOVSP e Arquivo Folhapress
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Escrevia há 50 anos em reportagem publicada na revista Realidade: “No outro dia, Macunaíma decidiu fazer a Semana de Arte Moderna. Então pegou jovens poetas para declamar versos de palavras desarrumadas, sem qualquer vontade de métrica, nem se fale de rima (também pegou alguns que procuravam as rimas) – e paciência. Pegou jovens musicistas, um piano e outros instrumentos e os pôs a tocar numa bem trabalhada desarmonia”.

Desenterrou este texto da antiquíssima reportagem um velho, generoso e caríssimo amigo, Gilberto Maringoni, passados 50 anos e, hoje, ainda infinitamente mais moço do que eu. Sustento em vão que o tempo não existe, mas em certos casos estou errado. Quando Maringoni me leu pela primeira vez, 50 anos atrás, estava no “verdor dos meus 13 anos”.

Este texto não representa, necessariamente, a opinião de CartaCapital.

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