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Xi Jinping diz que China e Rússia são ‘verdadeiros amigos’ que ‘se apoiam’

O presidente chinês também elogiou os esforços da Rússia e de outros países para “resolver a crise” na Ucrânia

Xi Jinping diz que China e Rússia são ‘verdadeiros amigos’ que ‘se apoiam’
Xi Jinping diz que China e Rússia são ‘verdadeiros amigos’ que ‘se apoiam’
Os presidentes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, em encontro em 2023. Foto: Mikhail TERESHCHENKO/SPUTNIK/AFP
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O presidente chinês, Xi Jinping, disse que China e Rússia são “verdadeiros amigos” que “apoiam um ao outro” durante um telefonema com seu colega russo, Vladimir Putin, informou a mídia estatal nesta segunda-feira (24).

A agência de notícias estatal Xinhua informou que Xi disse que “a história e a realidade provam que China e Rússia são bons vizinhos que não podem se afastar e verdadeiros amigos que (…) se apoiam mutuamente e alcançam um desenvolvimento comum”.

O presidente chinês elogiou os esforços da Rússia e de outros países para “resolver a crise” na Ucrânia, disse a fonte.

As negociações entre os governantes chinês e russo acontecem no momento em que vários líderes ocidentais se reúnem em Kiev para uma cúpula para reafirmar seu apoio à Ucrânia, no dia que marca três anos do início da invasão russa.

Também coincide com um contexto de recente e surpreendente reaproximação entre os Estados Unidos e a Rússia, que iniciaram conversações sobre suas relações bilaterais e sobre a guerra na Ucrânia.

O Kremlin afirmou que o presidente russo “informou” seu colega chinês sobre essas negociações e que este último “expressou seu apoio” à retomada deste diálogo e seu “desejo de apoiar a busca de uma solução pacífica para o conflito na Ucrânia“.

A China frequentemente pede negociações de paz e respeito à integridade territorial de todos os países, incluindo a Ucrânia. Mas nunca condenou publicamente a Rússia pela invasão que começou em 24 de fevereiro de 2022.

As relações econômicas, diplomáticas e militares entre Pequim e Moscou já eram fortes antes do conflito na Ucrânia, mas desde então foram reforçadas.

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