Mundo
Vice-ministro do petróleo se une à oposição
Abdo Hussameddine anunciou que abandona o governo para se unir à oposição e criticou Rússia e China por não proteger ‘o povo sírio’
BEIRUTE, Líbano (AFP) – O vice-ministro sírio do Petróleo, Abdo Hussameddine, anunciou na madrugada desta quinta-feira 8 que abandonou o governo para se unir à oposição ao regime do presidente Bashar al-Assad, revela uma mensagem de vídeo no Youtube.
“Eu, engenheiro Abdo Hussameddine, vice-ministro do Petróleo (…) anuncio minha demissão (…) e me uno à revolução do povo que rejeita a injustiça e a campanha brutal do regime”, diz o vice-ministro, o mais alto dirigente a abandonar o regime sírio desde o início da onda de manifestações contra o governo em Damasco.
O militante que gravou as imagens e as colocou no YouTube disse à AFP em Beirute que a oposição ajudou a organizar a deserção do vice-ministro, mas omitiu onde ocorreu a filmagem, alegando razões de segurança.
No vídeo, Abdo Hussameddine critica Rússia e China por não proteger “o povo sírio, mas sim os assassinos” do regime.
O vice-ministro lembra que serviu ao governo sírio durante 33 anos e afirma que não deseja terminar sua vida “a serviço de um regime criminoso”.
Leia mais em AFP Movel.
BEIRUTE, Líbano (AFP) – O vice-ministro sírio do Petróleo, Abdo Hussameddine, anunciou na madrugada desta quinta-feira 8 que abandonou o governo para se unir à oposição ao regime do presidente Bashar al-Assad, revela uma mensagem de vídeo no Youtube.
“Eu, engenheiro Abdo Hussameddine, vice-ministro do Petróleo (…) anuncio minha demissão (…) e me uno à revolução do povo que rejeita a injustiça e a campanha brutal do regime”, diz o vice-ministro, o mais alto dirigente a abandonar o regime sírio desde o início da onda de manifestações contra o governo em Damasco.
O militante que gravou as imagens e as colocou no YouTube disse à AFP em Beirute que a oposição ajudou a organizar a deserção do vice-ministro, mas omitiu onde ocorreu a filmagem, alegando razões de segurança.
No vídeo, Abdo Hussameddine critica Rússia e China por não proteger “o povo sírio, mas sim os assassinos” do regime.
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