Mundo

Ucrânia afirma que matou o comandante da frota russa no Mar Negro

O ataque demonstra as dificuldades da defesa antiaérea russa para impedir os bombardeios frequentes na península

Ucrânia afirma que matou o comandante da frota russa no Mar Negro
Ucrânia afirma que matou o comandante da frota russa no Mar Negro
Foto do navio russo 'Moskva' (dir.) atracado na Crimeia em 2014. Embarcação foi seriamente danificada em ataque ucraniano. Foto: AFP
Apoie Siga-nos no

O Exército ucraniano afirmou, nesta segunda-feira (25), que matou o comandante da frota russa no Mar Negro em seu ataque de sexta-feira contra o quartel-general dessa força em Sebastopol, na península da Crimeia anexada por Moscou.

“Trinta e quatro oficiais, entre eles o comandante da frota russa do mar Negro, morreram em consequência do ataque”, afirmaram as forças especiais ucranianas no Telegram.

“Outros 105 ocupantes ficaram feridos. O prédio do quartel-general não pode ser reparado”, acrescentou a mesma fonte.

A AFP não conseguiu comprovar as afirmações com fontes independentes. A Rússia raramente informa suas baixas na Ucrânia, mesmo quando os ataques afetam comandantes.

A Rússia informou na sexta-feira que apenas um militar estava desaparecido após o ataque que danificou de maneira considerável o quartel-general da sua frota no Mar Negro.

O ataque demonstra as dificuldades da defesa antiaérea russa para impedir os bombardeios frequentes nesta península ucraniana, anexada em 2014 pela Rússia e que é um importante centro logístico para as tropas de Moscou.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo