Mundo

Ucrânia admite até 13.000 soldados mortos desde o início da guerra

Os dois lados no conflito são acusados de minimizar suas baixas para não abalar o moral de seus soldados

Ucrânia admite até 13.000 soldados mortos desde o início da guerra
Ucrânia admite até 13.000 soldados mortos desde o início da guerra
Foto: ANATOLII STEPANOV / AFP
Apoie Siga-nos no

Até 13.000 soldados ucranianos morreram desde o início da invasão russa em fevereiro, afirmou um assessor do presidente Volodymyr Zelensky.

“Temos estimativas oficiais do Estado-Maior (…) que vão de 10.000 a 13.000 mortos”, declarou Mykhailo Podolyak na quinta-feira ao Canal 24 ucraniano.

Ele disse ainda que Zelensky divulgará os dados oficiais “no momento adequado”.

Em junho, quando as forças russas tomaram o controle da região de Lugansk (leste), Zelensky afirmou que a Ucrânia perdia “de 60 a 100 soldados por dia, mortos em combate, e quase 500 feridos em combate”.

Em setembro, o ministro da Defesa da Rússia, Serguei Shoigu, afirmou que 5.937 soldados do país morreram em quase sete meses de combates.

Os dois lados são acusados de minimizar suas baixas para não abalar o moral de seus soldados.

Em novembro, o comandante do Estado-Maior dos Estados Unidos, general Mark Milley, afirmou que mais de 100.000 militares russos morreram ou foram feridos na Ucrânia. Também disse que as forças de Kiev sofreram baixas similares.

Os números divulgados por Milley, que não foram verificados por fontes independentes, foram os dados mais precisos divulgados por Washington até o momento.

Milhares de civis ucranianos morreram nos combates, os mais violentos registrados na Europa em décadas.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo