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Trump volta a elogiar Lula e confirma convite para ‘Conselho da Paz’: ‘Gosto dele’

O republicano afirmou que o presidente brasileiro terá um ‘grande papel’ no mecanismo criado pelos EUA

Trump volta a elogiar Lula e confirma convite para ‘Conselho da Paz’: ‘Gosto dele’
Trump volta a elogiar Lula e confirma convite para ‘Conselho da Paz’: ‘Gosto dele’
O presidente dos EUA, Donald Trump. Foto: Saul Loeb/AFP
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elogiar nesta terça-feira 20 o presidente Lula (PT). Ao confirmar o convite para o brasileiro integrar o “Conselho da Paz”, o republicano afirmou que “Lula terá um grande papel” no mecanismo criado pelos EUA.

“Eu convidei. Eu gosto dele. Lula terá um grande papel no Conselho da Paz de Gaza”, disse em entrevista coletiva realizada na Casa Branca. O norte-americano ainda reiterou suas críticas à Organização das Nações Unidas (ONU) e disse que o recém-formado conselho poderia substituir o mecanismo internacional.

“Sou um grande fã do potencial da ONU, mas ela nunca o explorou completamente. A ONU deveria ter resolvido todas as guerras que eu tentei resolver; eu nunca recorri a ela. Nunca sequer pensei em recorrer a ela”, declarou.

Segundo o plano do mandatário americano, o objetivo do Conselho de Paz é “promover a estabilidade, restabelecer uma governança confiável e legítima, e garantir uma paz duradoura nas regiões afetadas ou ameaçadas por conflitos”. Os países que decidirem participar terão que pagar uma taxa de 1 bilhão de dólares.

Além de Lula, Casa Branca convidou vários líderes mundiais a participar da junta, entre eles o presidente russo, Vladimir Putin; o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban; e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney. Javier Milei, da Argentina, também foi convidado.

O presidente Lula se reuniu na segunda-feira 19 com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para analisar o convite, mas ainda não bateu o martelo sobre sua participação no mecanismo de Trump.

Conforme mostrou CartaCapital, nos bastidores, o Itamaraty defende consultar previamente países com posições próximas às do Brasil na defesa dos direitos do povo palestino e na busca de mecanismos de cessar-fogo e reconstrução sob supervisão internacional legítima.

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