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Trump diz esperar poder trabalhar com ultradireitista eleito na Colômbia

‘Espero com entusiasmo trabalhar para construir uma relação poderosa entre a Colômbia e os Estados Unidos’, disse o republicano

Trump diz esperar poder trabalhar com ultradireitista eleito na Colômbia
Trump diz esperar poder trabalhar com ultradireitista eleito na Colômbia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella. Fotos: Jim Watson e Jaime Saldarriaga/AFP
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta segunda-feira 22 que espera “com entusiasmo” poder trabalhar com o presidente eleito da Colômbia, o político de extrema direita Abelardo de la Espriella.

“Parabenizo o ‘Tigre’!”, como De la Espriella é conhecido, declarou Trump em sua plataforma Truth Social.

“Espero com entusiasmo trabalhar para construir uma relação poderosa entre a Colômbia e os Estados Unidos, que levará nossos dois países a novos níveis de grandeza”, acrescentou o mandatário republicano, que apoiou rapidamente De la Espriella assim que ele começou a se destacar nas pesquisas eleitorais.

Posteriormente, Trump explicou à imprensa, no Salão Oval, que De la Espriella lhe telefonou para agradecer pelo apoio no domingo, após a divulgação dos resultados do segundo turno das eleições.

“Quando as pessoas gostam de mim, eu gosto delas. É simples assim. Ele disse coisas muito gentis sobre mim e sobre o trabalho que fizemos nos Estados Unidos”, comentou.

Washington “espera ampliar a cooperação em matéria de segurança regional, pôr fim à imigração ilegal para os Estados Unidos e fortalecer nossos laços econômicos”, afirmou no domingo o secretário de Estado, Marco Rubio, pouco depois do anúncio provisório da vitória do advogado conservador de 47 anos.

Abelardo de la Espriella afirmou de forma explícita que está disposto a bombardear bases de grupos guerrilheiros que continuam em atividade armada, bem como instalações de organizações ligadas ao narcotráfico, com o apoio das forças armadas dos Estados Unidos, como, segundo ele, já ocorre no vizinho Equador.

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