Mundo
Suprema Corte da Guatemala rejeita recurso de presidente eleito contra ‘golpistas’
Presidente eleito considera terem sido cometidas violações à lei eleitoral
A Suprema Corte da Guatemala rejeitou nesta quarta-feira 4 um recurso apresentado pelo presidente eleito, Bernardo Arévalo, contra a procuradora-geral e um juiz por determinarem uma operação de busca em um centro de votação e a abertura de caixas com votos das eleições de junho.
“Por maioria, a Suprema Corte de Justiça (CSJ) resolveu não decretar” um recurso apresentado – entre várias ações legais – por Arévalo, que considera terem sido cometidas violações à lei eleitoral, disse o juiz Leonel Marroquín, ao informar as resoluções do tribunal.
O recurso, apresentado contra a procuradora-geral, Consuelo Porras, o juiz Fredy Orellana e o titular da Procuradoria Especial Contra a Impunidade (Feci, sigla em espanhol), Rafael Curruchiche, faz parte das muitas ações legais com as quais Arévalo busca garantir os resultados das eleições e deter o que considera um plano de “golpe de Estado” para evitar que ele assuma o poder em 14 de janeiro.
Os três funcionários da Justiça empreenderam uma cruzada contra os resultados das eleições gerais, contra o partido Semilla, de Arévalo, e contra os magistrados do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE).
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.


