Mundo
Senador da oposição pede asilo na embaixada do Brasil
Em carta, Roger Pinto afirmou ter medo de represálias por denúncias de supostas ligações do narcotráfico com funcionários do governo
LA PAZ (AFP) – O senador boliviano opositor Roger Pinto (direita) solicitou asilo na embaixada do Brasil, diante do medo de eventuais represálias por denúncias sobre supostas ligações do narcotráfico com funcionários do governo que ele não identificou, anunciou o próprio congressista.
“Depois de vários anos de luta intransigente pela defesa dos direitos humanos, plena vigência do sistema democrático e respeito de discordar e de pensar diferente, hoje me vejo na difícil e dolorosa circunstância de solicitar refúgio na Embaixada da República do Brasil”, disse Pinto em uma carta enviada à imprensa por seu colega de bancada Adrián Oliva.
“Não me resta alternativa diante do assédio e da perseguição inclemente aos quais fui submetido durante todo este tempo por parte do governo de Evo Morales (esquerda)”, disse Pinto, que não mencionou se seu pedido de asilo foi aceito.
Um porta-voz da embaixada do Brasil na Bolívia disse à AFP que qualquer informação a respeito será divulgada pela chancelaria brasileira.
O governo de Morales não se pronunciou até o momento sobre o assunto.
Leia mais em AFP Movel.
LA PAZ (AFP) – O senador boliviano opositor Roger Pinto (direita) solicitou asilo na embaixada do Brasil, diante do medo de eventuais represálias por denúncias sobre supostas ligações do narcotráfico com funcionários do governo que ele não identificou, anunciou o próprio congressista.
“Depois de vários anos de luta intransigente pela defesa dos direitos humanos, plena vigência do sistema democrático e respeito de discordar e de pensar diferente, hoje me vejo na difícil e dolorosa circunstância de solicitar refúgio na Embaixada da República do Brasil”, disse Pinto em uma carta enviada à imprensa por seu colega de bancada Adrián Oliva.
“Não me resta alternativa diante do assédio e da perseguição inclemente aos quais fui submetido durante todo este tempo por parte do governo de Evo Morales (esquerda)”, disse Pinto, que não mencionou se seu pedido de asilo foi aceito.
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