Mundo
Saiba quando fecham as urnas nos estados decisivos para a eleição nos EUA
A acirrada disputa entre Kamala Harris e Donald Trump chega ao momento definitivo
As primeiras urnas na eleição presidencial dos Estados Unidos fecharão às 20h desta terça-feira 5, pelo horário de Brasília. As atenções, porém, se voltam para os chamados estados-pêndulo, que podem decidir a acirrada disputa entre a democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump.
Nos Estados Unidos, não basta obter maioria simples do voto popular para ganhar a eleição. Lá, o que decide o pleito é um colégio eleitoral formado a partir da votação dos candidatos em cada um dos 50 estados.
Ao todo, o colégio eleitoral tem 538 delegados. Em todos os estados, o candidato mais votado leva todos os votos dos delegados — exceto em dois, Nebraska e Maine, que decidem por representação proporcional.
Sete estados são conhecidos como swing states por não se inclinarem de forma clara para democratas ou republicanos e representam um número significativo de delegados (93 de 538). São, portanto, aqueles que podem desequilibrar a corrida presidencial.
Veja o horário de fechamento das urnas em cada um deles — sempre pelo fuso de Brasília:
- Geórgia: 21h
- Carolina do Norte: 21h30
- Pensilvânia: 22h
- Arizona: 23h
- Michigan: 23h
- Wisconsin: 23h
- Nevada: meia-noite
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Presidenta do México projeta ‘boa relação’ com os EUA mesmo em caso de vitória de Trump
Por AFP
Inteligência dos EUA acusa Rússia e Irã de tentar interferir na eleição
Por CartaCapital
Kamala e Trump usam redes para estimular voto nos EUA
Por CartaCapital



