Mundo

Rússia adota lista de países ‘hostis’; Brasil fica de fora

Constam no documento países da União Europeia (UE), Austrália, Estados Unidos, Canadá, Suíça e Japão

Rússia adota lista de países ‘hostis’; Brasil fica de fora
Rússia adota lista de países ‘hostis’; Brasil fica de fora
O presidente Jair Bolsonaro (PL) e o seu homólogo russo Vladimir Putin. Foto: Alan Santos/PR
Apoie Siga-nos no

As autoridades russas estabeleceram uma lista de países “hostis” a Moscou, com os quais indivíduos e empresas poderão pagar suas dívidas em rublos, moeda que perdeu 45% de seu valor desde janeiro, informou o governo nesta segunda-feira 7. O Brasil ficou de fora.

A lista de países, elaborada após um decreto presidencial de sexta-feira 4 que se refere a um “procedimento provisório”, inclui, entre outros, países da União Europeia (UE), Austrália, Estados Unidos, Canadá, Suíça e Japão.

Para isso, o devedor pode solicitar a um banco russo que crie uma conta especial em rublos em nome do credor estrangeiro e lhe envie um pagamento em moeda russa pelo valor devido, à taxa de câmbio do dia em questão, conforme indicado pelo Banco Central.

 

Esta medida será aplicada a pagamentos superiores a 10 milhões de rublos por mês.

Esta é uma das primeiras respostas russas às sanções sem precedentes impostas à Rússia por vários países estrangeiros após sua intervenção militar na Ucrânia.

As sanções causaram a desvalorização histórica do rublo e são acompanhadas pelo congelamento de parte dos fundos das autoridades no exterior, o que impede o Banco Central de sustentar a moeda russa.

A moeda russa era negociada na manhã desta segunda-feira a 137,70 rublos por dólar. Desde 1º de janeiro, perdeu 45% de seu valor.

(Com informações da AFP)

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.

O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.

Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.

Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.

Quero apoiar

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo