Mundo

Putin e Macron sugerem cúpula sobre covid-19 no Conselho de Segurança da ONU

Conselho é composto por Rússia, França, China, Reino Unido e Estados Unidos

Putin e Macron sugerem cúpula sobre covid-19 no Conselho de Segurança da ONU
Putin e Macron sugerem cúpula sobre covid-19 no Conselho de Segurança da ONU
O presidente da Rússia, Vladimir Putin. Foto: Alexey Druzhinin/Sputnik/AFP
Apoie Siga-nos no

O presidente russo, Vladimir Putin, e seu colega francês, Emmanuel Macron, discutiram nesta sexta-feira 7 a possibilidade de uma reunião entre os líderes dos cinco países-membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, acusado de desunião frente à pandemia de coronavírus.

Durante uma conversa por telefone sobre a propagação da doença, Putin e Macron falaram da “possibilidade de organizar uma reunião de trabalho, por videoconferência, dos dirigentes dos países-membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU”, indicou o Kremlin em um breve comunicado.

O Conselho de Segurança permanente da ONU é composto por Rússia, França, China, Reino Unido e Estados Unidos.

Na semana passada, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu ao Conselho que mostre unidade diante da COVID-19. Há semanas, o órgão se encontra dividido.

O embaixador alemão na ONU, Christoph Heusgen, lamentou “o silêncio ensurdecedor” do Conselho de Segurança permanente na resolução da crise do coronavírus.

O fator-chave desta paralisia é a polêmica entre China e Estados Unidos a respeito da origem chinesa do vírus.

O último exemplo nesse sentido foi a decisão, na quarta-feira, do presidente americano, Donald Trump, de suspender sua contribuição financeira para a Organização Mundial da Saúde (OMS). Trump acusa a agência de se posicionar do lado da China e de má gestão da pandemia.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo