Mundo

Produtor de filme antimuçulmano é interrogado pela polícia

Cristão egípcio é apontado como o responsável por “A Inocência dos Muçulmanos”, filme financiado por uma organização cristã com sede na Califórnia

Produtor de filme antimuçulmano é interrogado pela polícia
Produtor de filme antimuçulmano é interrogado pela polícia
Fotógrafos esperam junto a uma casa em Cerritos, na Califórnia, que se acredita que seja de Nakula Besseley Nakulade. Foto: AFP
Apoie Siga-nos no

LOS ANGELES (AFP) – O suposto produtor do filme que ridiculariza o profeta Maomé e que causou uma onda de protestos no mundo islâmico foi interrogado pela polícia de Los Angeles na madrugada deste sábado, informou um porta-voz policial.

No início da madrugada, o cristão egípcio Nakula Besseley Nakula foi levado a uma delegacia da polícia em Cerritos, ao sul de Los Angeles, para ser interrogado sobre se violou os termos de sua liberdade condicional, disse à AFP o porta-voz do departamento de polícia de Los Angeles, Don Walker.

Nakula foi condenado em 2010 a 21 meses de prisão por fraude bancária, mas saiu em liberdade condicional após cumprir um ano de pena.

Imagens da TV americana mostram Nakula saindo da delegacia de chapeu, casaco e com as mãos no bolso.

 

“Compareceu à delegacia de Cerritos voluntariamente para falar com o supervisor da liberdade condicional”, revelou Walker. “Não foi detido”, destacou Walker.

Nakula, 55 anos, é apontado como o responsável pela produção de “A Inocência dos Muçulmanos”, filme financiado por uma organização cristã com sede na Califórnia chamada Media for Christ e dirigido por Alan Roberts, um realizador de filmes pornográficos baratos de 65 anos.

Nakula colocou na Internet o “trailer” do filme, que ridiculariza o profeta Maomé, gerando uma onda de violentos protestos no Oriente Médio e no Magreb.

Segundo os termos de sua liberdade condicional, Nakula não tem permissão para utilizar a Internet por cinco anos sem autorização prévia, sob o risco de voltar à prisão.

Em 1997, Nakula esteve preso por um ano por posse de drogas.

Na terça-feira, um protesto contra “A inocência dos muçulmanos” matou o embaixador americano em Benghazi, Chris Stevens, e outros três funcionários americanos.

Nesta sexta-feira, os protestos sacudiram Iraque, Irã, Iêmen, Egito, Síria, Marrocos, Argélia, Tunísia, Sudão e Líbano, além de vários países muçulmanos na Ásia, deixando ao menos onze manifestantes mortos.

 

*Com informações da AFP Movil

LOS ANGELES (AFP) – O suposto produtor do filme que ridiculariza o profeta Maomé e que causou uma onda de protestos no mundo islâmico foi interrogado pela polícia de Los Angeles na madrugada deste sábado, informou um porta-voz policial.

No início da madrugada, o cristão egípcio Nakula Besseley Nakula foi levado a uma delegacia da polícia em Cerritos, ao sul de Los Angeles, para ser interrogado sobre se violou os termos de sua liberdade condicional, disse à AFP o porta-voz do departamento de polícia de Los Angeles, Don Walker.

Nakula foi condenado em 2010 a 21 meses de prisão por fraude bancária, mas saiu em liberdade condicional após cumprir um ano de pena.

Imagens da TV americana mostram Nakula saindo da delegacia de chapeu, casaco e com as mãos no bolso.

 

“Compareceu à delegacia de Cerritos voluntariamente para falar com o supervisor da liberdade condicional”, revelou Walker. “Não foi detido”, destacou Walker.

Nakula, 55 anos, é apontado como o responsável pela produção de “A Inocência dos Muçulmanos”, filme financiado por uma organização cristã com sede na Califórnia chamada Media for Christ e dirigido por Alan Roberts, um realizador de filmes pornográficos baratos de 65 anos.

Nakula colocou na Internet o “trailer” do filme, que ridiculariza o profeta Maomé, gerando uma onda de violentos protestos no Oriente Médio e no Magreb.

Segundo os termos de sua liberdade condicional, Nakula não tem permissão para utilizar a Internet por cinco anos sem autorização prévia, sob o risco de voltar à prisão.

Em 1997, Nakula esteve preso por um ano por posse de drogas.

Na terça-feira, um protesto contra “A inocência dos muçulmanos” matou o embaixador americano em Benghazi, Chris Stevens, e outros três funcionários americanos.

Nesta sexta-feira, os protestos sacudiram Iraque, Irã, Iêmen, Egito, Síria, Marrocos, Argélia, Tunísia, Sudão e Líbano, além de vários países muçulmanos na Ásia, deixando ao menos onze manifestantes mortos.

 

*Com informações da AFP Movil

ENTENDA MAIS SOBRE: ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo