Mundo
Principal sindicato sul-coreano convoca greve geral até o presidente renunciar
Com 1,2 milhão de membros, o KCTU acusou Yoon de tomar uma ‘medida irracional e antidemocrática’
O maior sindicato da Coreia do Sul, a Confederação Coreana de Sindicatos (KCTU), anunciou nesta quarta-feira 4 uma “greve geral por tempo indeterminado” até que o presidente Yoon Suk Yeol renuncie, após ele ter desistido de uma tentativa de implementar uma lei marcial.
Com 1,2 milhão de membros, o KCTU acusou Yoon de tomar uma “medida irracional e antidemocrática”, afirmando que ele havia “declarado o fim de seu próprio poder”.
Reação interna
O líder do partido do presidente declarou nesta quarta que a tentativa de impor a lei marcial no país foi “trágica”.
Yoon Suk Yeol “deve explicar direta e minuciosamente esta trágica situação”, disse o líder do Partido do Poder Popular, Han Dong Hoon. “Todos os responsáveis devem prestar contas estritamente.”
(Matéria em atualização)
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.


