Mundo

Parlamento aprova governo de união nacional

Este acordo coloca Netanyahu na liderança de uma das mais amplas coalizões governamentais da história do país

Parlamento aprova governo de união nacional
Parlamento aprova governo de união nacional
Netanyahu e Mofaz estão convencidos que um novo texto mais igualitário substituirá até o verão a lei Tal. Foto: Gali Tibbon/AFP
Apoie Siga-nos no

JERUSALÉM (AFP) – O Parlamento de Israel aprovou nesta quarta-feira 9, por 71 votos a 23, o acordo de um governo de união nacional alcançado pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e pelo chefe da oposição, Shaul Mofaz.

Este acordo coloca Netanyahu na liderança de uma das mais amplas coalizões governamentais da história de Israel, com 94 dos 120 assentos do Parlamento. Trata-se do sétimo governo de união desde a criação do Estado de Israel, em 1948.

Nos termos deste acordo, Shaul Mofaz torna-se vice-primeiro-ministro e ministro sem pasta, e participará do fórum dos principais ministros, assim como do gabinete de segurança, que conta agora com 15 membros.

Mofaz, um ex-chefe do Estado-Maior e ex-ministro da Defesa, será imediatamente empossado.

Seis semanas depois de ter chegado à direção do partido centrista Kadima, Mofaz reuniu na noite de segunda para terça-feira, para a surpresa geral, a coalizão de direita de Netanyahu que, no ato, desistiu de eleições legislativas antecipadas que deveriam ser convocadas para setembro.

Em virtude de seu acordo, Netanyahu e Mofaz estão convencidos que um novo texto mais igualitário substituirá até o verão (hemisfério norte) a lei Tal que permite aos judeus ortodoxos serem isentados do serviço militar.

Membros do Kadima terão postos importantes, principalmente na comissão parlamentar de Relações Exteriores e Defesa e na de Assuntos Econômicos.

O acordo prevê também um relançamento do processo de paz com os palestinos e assegura o voto do orçamento do Estado para o próximo exercício fiscal.

A legislatura será concluída normalmente em outubro de 2013, e Mofaz se comprometeu a permanecer na coalizão até a data limite.

JERUSALÉM (AFP) – O Parlamento de Israel aprovou nesta quarta-feira 9, por 71 votos a 23, o acordo de um governo de união nacional alcançado pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e pelo chefe da oposição, Shaul Mofaz.

Este acordo coloca Netanyahu na liderança de uma das mais amplas coalizões governamentais da história de Israel, com 94 dos 120 assentos do Parlamento. Trata-se do sétimo governo de união desde a criação do Estado de Israel, em 1948.

Nos termos deste acordo, Shaul Mofaz torna-se vice-primeiro-ministro e ministro sem pasta, e participará do fórum dos principais ministros, assim como do gabinete de segurança, que conta agora com 15 membros.

Mofaz, um ex-chefe do Estado-Maior e ex-ministro da Defesa, será imediatamente empossado.

Seis semanas depois de ter chegado à direção do partido centrista Kadima, Mofaz reuniu na noite de segunda para terça-feira, para a surpresa geral, a coalizão de direita de Netanyahu que, no ato, desistiu de eleições legislativas antecipadas que deveriam ser convocadas para setembro.

Em virtude de seu acordo, Netanyahu e Mofaz estão convencidos que um novo texto mais igualitário substituirá até o verão (hemisfério norte) a lei Tal que permite aos judeus ortodoxos serem isentados do serviço militar.

Membros do Kadima terão postos importantes, principalmente na comissão parlamentar de Relações Exteriores e Defesa e na de Assuntos Econômicos.

O acordo prevê também um relançamento do processo de paz com os palestinos e assegura o voto do orçamento do Estado para o próximo exercício fiscal.

A legislatura será concluída normalmente em outubro de 2013, e Mofaz se comprometeu a permanecer na coalizão até a data limite.

ENTENDA MAIS SOBRE: ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo