Mundo
Papa apresenta melhora na condição clínica, diz novo boletim médico divulgado pelo Vaticano
Segundo o Hospital Gemelli, que trata o líder religioso, são necessários mais alguns dias de estabilidade clínica para que se possa definir um prognóstico
O Vaticano publicou, na tarde desta quinta-feira 27, uma nova atualização sobre o estado clínico do papa Francisco. De acordo com a Sala de Imprensa da Santa Sé, “as condições clínicas do Santo Padre continuam melhorando.”
O boletim desta quinta-feira confirma o estado de saúde registrado no dia anterior. Ao longo das últimas 24 horas, “ele alternou a oxigenoterapia de alto fluxo com o uso de Ventimask”, informa o Vaticano.
O comunicado diz, ainda, que a rotina da manhã do líder religioso foi “dedicada à fisioterapia respiratória e descanso”. Durante a tarde, os compromissos envolveram “oração na Capela do apartamento privado e atividades de trabalho.”
Devido à dificuldade do quadro clínico, ainda não foi possível definir o prognóstico. Ou seja, ainda não há previsão de alta. “Serão necessários mais dias de estabilidade” para se estabelecer uma data de saída, anunciou a Santa Sé.
Por fim, segundo o Vaticano, a tomografia computadorizada realizada anteriormente revelou “evolução normal do quadro inflamatório pulmonar”. Apesar da melhora, a audiência do Jubileu do próximo sábado, dia 1º de março, foi cancelada.
O papa Francisco se encaminha para o 3º final de semana hospitalizado. Ele está em um local dedicado aos líderes da Igreja Católica no Hospital Gemelli, em Roma, Itália, onde já ficou internado em outras três ocasiões. Essa, porém, é a internação mais longa desde que assumiu o cargo no Vaticano, em 2013.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.



