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Operadora do submersível que implodiu em visita ao Titanic suspende todas as atividades
No comunicado, a OceanGate não diz se retomará as atividades em algum momento, nem se participará das investigações em curso
A OceanGate, empresa responsável por operar o submersível Titan, que implodiu durante uma imersão para visitar os destroços do Titanic, anunciou nesta quinta-feira 6 ter interrompido suas atividades por tempo indeterminado.
Um informe publicado no site da empresa, com sede nos Estados Unidos, informa a suspensão de todas as “operações de exploração e comerciais”. O anúncio ocorre duas semanas após a tragédia com o submersível, que levou à morte seus cinco tripulantes.
No acidente morreram o fundador da OceanGate, Stockton Rush; o empresário britânico Hamish Harding; o empresário paquistanês Shahzada Dawood e seu filho Suleman Dawood; e o ex-comandante da Marinha Francesa Paul-Henry Nargeolet.
Desde o episódio, a empresa ainda não havia esclarecido se seguiria com suas operações. No comunicado, a OceanGate também não diz se pretende retomar as atividades em algum momento, nem se participará das investigações em curso.
Um inquérito é conduzido pelas Guardas Costeiras dos Estados Unidos e do Canadá, na busca de elucidar as causas da implosão do submarino.
O submersível desapareceu em 18 de junho, pouco mais de uma hora depois de submergir no Oceano Atlântico, a cerca de 600 quilômetros da costa do Canadá, em direção aos destroços do Titanic.
Quatro dias depois, em meio a uma megaoperação de resgate que envolveu Estados Unidos, Canadá e França, sondas identificaram destroços no fundo do mar em uma área próxima ao Titanic. Horas depois, autoridades confirmaram que se tratavam de restos do submersível da OceanGate.
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