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‘O pior passou e o melhor está por vir’: o mote do encerramento da campanha de Massa na Argentina

Os principais oponentes do peronista são o ultradireitista Javier Milei, o mais votado nas eleições primárias de agosto, e a direitista Patricia Bullrich

‘O pior passou e o melhor está por vir’: o mote do encerramento da campanha de Massa na Argentina
‘O pior passou e o melhor está por vir’: o mote do encerramento da campanha de Massa na Argentina
Encerramento da campanha de Sergio Massa à Presidência da Argentina. Foto: Juan Mabromata/AFP
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O ministro da Economia e candidato peronista à Presidência da Argentina, Sergio Massa, encerrou nesta terça-feira 17 sua campanha, no estádio do Arsenal de Sarandí, no subúrbio de Buenos Aires. O primeiro turno do pleito será disputado no próximo domingo 22.

“Busquem os argentinos que confiam em nós, mas, principalmente, aqueles que estão em dúvida. Diga a eles que o pior já passou, que o que está por vir é muito melhor e que precisamos fazer isso juntos”, declarou Massa em um evento no Dia da Lealdade Peronista. Ele estava ao lado do governador de Buenos Aires e candidato à reeleição, Axel Kicillof.

Os principais oponentes de Massa são o ultradireitista Javier Milei, o mais votado nas eleições primárias de agosto, e a direitista Patricia Bullrich.

Nesta terça, os peronistas celebraram o dia em que, em 1945, milhares de trabalhadores conseguiram a libertação de Juan Domingo Perón.

Do lado de fora do estádio, tremulavam bandeiras com os rostos dos ex-presidentes Néstor e Cristina Kirchner, assim como de Che Guevara e Diego Maradona.

Massa reivindicou a soberania das Ilhas Malvinas, defendeu a luta pelos direitos humanos e reafirmou o número de 30 mil desaparecidos deixados pela ditadura militar argentina, temas questionados por Milei durante a campanha.

O ministro é acusado por seus oponentes de ser responsável pela atual crise econômica. A Argentina enfrenta uma inflação anual de quase 140% e tem 40% da população na pobreza. Desde 2018, o país tem um programa de crédito de 44 bilhões com o FMI.

“Queremos discutir com o Fundo Monetário Internacional um programa que envolva o crescimento e o desenvolvimento da Argentina, e não um programa relacionado ao crescimento e ao acúmulo de reservas para que eles possam cobrar sua dívida”, disse Massa.

(Com informações da AFP)

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