Mundo

‘Não há como entrarem na Venezuela’, diz Maduro após mobilização militar dos EUA

Os Estados Unidos anunciaram o envio de cinco navios de guerra e cerca de 4 mil efetivos ao sul do Caribe, perto do território venezuelano

‘Não há como entrarem na Venezuela’, diz Maduro após mobilização militar dos EUA
‘Não há como entrarem na Venezuela’, diz Maduro após mobilização militar dos EUA
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Foto: Francisco Batista/Venezuelan Presidency /AFP
Apoie Siga-nos no

O presidente Nicolás Maduro afirmou nesta quinta-feira 28 que “não há como” uma força estrangeira invadir a Venezuela, em meio às operações militares anunciadas pelos Estados Unidos no Caribe, que o governante esquerdista considera “uma ameça” ao seu país.

Os Estados Unidos anunciaram o envio de cinco navios de guerra e cerca de 4 mil efetivos ao sul do Caribe, perto do território venezuelano, para manobras contra o narcotráfico.

A operação coincide com o aumento da recompensa oferecida por Washington pela captura de Maduro e a declaração como terrorista de um suposto cartel liderado pelo líder venezuelano.

“Depois de 20 dias contínuos de anúncios, ameaças e guerra psicológica, depois de 20 dias de assédio contra a nação venezuelana, hoje estamos mais fortes do que ontem, hoje estamos mais bem preparados para defender a paz, soberania e integridade territorial”, afirmou Maduro, em ato com militares.

“Nem sanções, nem bloqueios, nem guerra psicológica, nem assédio. Não puderam nem poderão. Não há como entrarem na Venezuela”, ressaltou o presidente.

Maduro convocou a realização de jornadas de alistamento na Milícia Bolivariana, um componente militar composto por civis com alta carga ideológica, para enfrentar a possível ameaça.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo