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Com Lula, os líderes africanos aguardam o retorno das empresas brasileiras, diz presidente do Instituto Brasil-África

Estratégia. O presidente busca reforçar o multilateralismo e a cooperação Sul-Sul – Imagem: Ricardo Stuckert/PR
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O périplo do presidente Lula por três países da África em agosto foi o primeiro passo para o Brasil reconstruir as pontes com aquele continente, dinamitadas pelo governo Bolsonaro. Movimento essencial na estratégia política e econômica do governo, a retomada do diálogo envolverá política e meio ambiente, mas tem seu primeiro foco na aproximação comercial com os africanos, tema da 11ª edição do Fórum Brasil-África, que acontecerá em 31 de outubro e 1º de novembro em São Paulo, reunindo autoridades, empresários e representantes da sociedade civil. Presidente do Instituto Brasil-África, que organiza o evento, e professor de Relações Internacionais da Universidade de Fortaleza, João Bosco Monte falou ao repórter Maurício Thuswohl sobre os principais aspectos deste novo momento.

Bolsonaro x Lula
O distanciamento do Brasil com a África no governo Bolsonaro foi muito danoso. Durante quatro anos, ele não visitou qualquer um dos 54 países africanos. Com o retorno de Lula, o governo definiu que a África volta a ter atenção. Em Angola, Lula apresentou uma agenda internacional que inclui a África. Isso tem uma simbologia muito importante, porque fala com a África de forma horizontal, dentro da lógica de cooperação Sul-Sul.

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