Mundo
Manifestantes vão às ruas em Roma contra austeridade econômica
Italianos organizaram o ‘No Monti Day’, um protesto pela saída do primeiro-ministro do país, Mario Monti
ROMA (AFP) – Milhares de militantes de esquerda e de extrema-esquerda protestaram no sábado 27, no centro de Roma, contra as medidas de austeridade do governo italiano, como parte do “No Monti Day”.
“Com a Europa que se rebela, expulsemos o governo de Monti”, indicava uma grande faixa à frente da manifestação, referindo-se ao atual chefe de governo italiano, Mario Monti.
Os manifestantes levavam bonecos gigantes do premier, da chefe de governo alemã, Angela Merkel, e do presidente americano, Barack Obama.
No final da manifestação pacífica, na região da igreja de Santa Croce in Gerusalemme, vários grupos formaram uma “passeata selvagem” que fugiu do intinerário previsto pela polícia.
Alguns manifestantes encapuzados e vestidos de negro bloquearam uma avenida e lançaram garrafas e fogos de artifício contra a polícia.
A Refundação Comunista, o Partido Comunista dos Trabalhadores e sindicatos autônomos convocaram esta manifestação com o apoio de grupos que se opõem à construção de linhas ferroviárias de alta velocidade nos Alpes italianos e de movimentos de estudantes contrários à austeridade.
No dia 20 de outubro, dezenas de milhares de militantes da Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL), principal sindicato do país, também se reuniram no centro de Roma para pedir “emprego acima de tudo”, e anunciaram que se mobilizarão novamente no dia 14 de novembro junto às grandes organizações sindicais europeias.
“A política de austeridade e de rigor (do governo de Mario Monti) não apenas é um fracasso, e sim a grande culpada das dificuldades deste país”, afirmou a chefe do CGIL, Susanna Camusso, no dia 20 de outubro.
ROMA (AFP) – Milhares de militantes de esquerda e de extrema-esquerda protestaram no sábado 27, no centro de Roma, contra as medidas de austeridade do governo italiano, como parte do “No Monti Day”.
“Com a Europa que se rebela, expulsemos o governo de Monti”, indicava uma grande faixa à frente da manifestação, referindo-se ao atual chefe de governo italiano, Mario Monti.
Os manifestantes levavam bonecos gigantes do premier, da chefe de governo alemã, Angela Merkel, e do presidente americano, Barack Obama.
No final da manifestação pacífica, na região da igreja de Santa Croce in Gerusalemme, vários grupos formaram uma “passeata selvagem” que fugiu do intinerário previsto pela polícia.
Alguns manifestantes encapuzados e vestidos de negro bloquearam uma avenida e lançaram garrafas e fogos de artifício contra a polícia.
A Refundação Comunista, o Partido Comunista dos Trabalhadores e sindicatos autônomos convocaram esta manifestação com o apoio de grupos que se opõem à construção de linhas ferroviárias de alta velocidade nos Alpes italianos e de movimentos de estudantes contrários à austeridade.
No dia 20 de outubro, dezenas de milhares de militantes da Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL), principal sindicato do país, também se reuniram no centro de Roma para pedir “emprego acima de tudo”, e anunciaram que se mobilizarão novamente no dia 14 de novembro junto às grandes organizações sindicais europeias.
“A política de austeridade e de rigor (do governo de Mario Monti) não apenas é um fracasso, e sim a grande culpada das dificuldades deste país”, afirmou a chefe do CGIL, Susanna Camusso, no dia 20 de outubro.
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