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Madeira é mais que um vinho. E é mais que Cristiano Ronaldo

Conheça duas dicas de lugares na Madeira – que não é uma ilha, mas um arquipélago – para se degustar a bebida local

Madeira é mais que um vinho. E é mais que Cristiano Ronaldo
Madeira é mais que um vinho. E é mais que Cristiano Ronaldo
Madeira é muito mais que um vinho. Foto: Andre Carvalho
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Reza a lenda que o vinho da Madeira ganhou prestígio graças a um feliz acaso. Um carregamento destinado à metrópole colonial, Lisboa, desviou-se inadvertidamente da rota e a caravela vagou a esmo no Atlântico por um bom período de tempo. Ao chegar, enfim, às tascas lisboetas, o vinho estava irreconhecível na aparência e no sabor: para melhor. O líquido ficou mais escuro e encorpado ao contato com as barricas de carvalho e passou a desafiar o primo rico, o vinho do Porto.

Ainda pouco conhecido após esses séculos, ele oferece o prazer da degustação in loco, disposto a demonstrar aos neófitos que o maior patrimônio da ilha – na verdade, um arquipélago – não é o Cristiano Ronaldo.

Eis aqui duas adegas-bar que se juntam às mágicas atenções do lugar:

Blandy’s Wine Lodge

Este espaço une um museu sobre os vinhos produzidos pela Madeira Wine Company, uma das maiores produtoras da ilha, e um excelente wine bar. Mais de 650 barris e cubas estão armazenados neste estabelecimento de Funchal, a capital da Madeira, envelhecendo os vinhos em um método tradicional conhecido como “canteiro”. É possível fazer uma visita premium ou vintage, sendo a última dedicada aos vinhos mais antigos da adega.  www.blandyswinelodge.com/pt/

Vinhos Barbeito

Esta é uma das empresas mais jovens a produzir o vinho Madeira e, talvez por isso, é também uma das mais ousadas e irreverentes, sempre inovando tanto nas bebidas quanto em suas embalagens. Para provar, basta ir até suas instalações modernas situadas em uma colina em Câmara de Lobos, também vizinha de Funchal. Os visitantes podem sentir a harmonia perfeita entre tradição e modernidade alcançada pela empresa. www.vinhosbarbeito.com/

Vinhos Barbeito. Foto: Divulgação

A China copia Bordeaux e a Borgonha. Chegou a hora de o Brasil experimentar

Quem diria: a China produz vinhos há mais de 2 mil anos.Voltado para o consumo interno, só agora se abre para o mundo. Esta produção de vinhos industrializados teve início oficial, porém, em 1892, ano de criação da Changyu, atualmente a quarta maior produtora de vinhos do mundo. O Changyu Noble Dragon, um dos cinco rótulos que a Wine está trazendo para o Brasil para venda online, teve mais de 490 milhões de garrafas vendidas em todo o mundo. www.wine.com.br

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