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Invasão à Ucrânia uniu aliados dos EUA na Europa e no Pacífico em uma causa global

A maioria dos países da ONU condena a Rússia, mas as abstenções revelam as nuances das relações geopolíticas

No palanque. Biden chamou Putin de carniceiro e pediu sua derrubada. Zelensky pergunta: qual o lado? Não é tão simples - Imagem: Brendan Smialowski/AFP e Adam Scotti/Governo do Canadá
No palanque. Biden chamou Putin de carniceiro e pediu sua derrubada. Zelensky pergunta: qual o lado? Não é tão simples - Imagem: Brendan Smialowski/AFP e Adam Scotti/Governo do Canadá
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“Decidam de que lado vocês estão”, afirmou ­Volodymyr Zelensky, o presidente ucraniano, ao Conselho Europeu, em referência a uma escolha que se torna cada vez mais difícil de evitar, pois a violência da invasão da Ucrânia pela Rússia cristaliza a divisão do mundo em dois campos.

O campo que apoia os russos tem se tornado mais fácil de definir a cada dia que passa da guerra. O placar codificado por cores na Assembleia-Geral da ONU nas últimas semanas, registrando os votos das resoluções que criticam o ataque e pedem um cessar-fogo, não poderia ser mais claro. Entre os 193 Estados membros representados no Conselho, houve apenas cinco pontos vermelhos a se opor à moção: Rússia, Bielorrússia, Coreia do Norte, Síria e Eritreia – um clube fechado de autocracias e regimes totalitários com terríveis registros de direitos humanos.

Julian Borger

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