Mundo
Hospital pediátrico bombardeado servia de base para nacionalistas ucranianos, diz Rússia
Explosão na cidade de Mariupol deixou 17 feridos na última quarta-feira 9
Após reunião sem acordo com o chanceler da Ucrânia, Dmytro Kuleba, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, tentou justificar o bombardeio de um hospital pediátrico na cidade de Mariupol, que deixou 17 feridos.
“Esse hospital foi retomado há tempos pelo batalhão de Azov e por outros radicais”, declarou nesta quinta-feira 10. “Todas as mulheres que iam dar à luz, todas as enfermeiras e todo pessoal de apoio haviam sido expulsos”.
Na entrevista, o ministro também disse que a Rússia está disposta a seguir com as negociações com o país vizinho no mesmo formato dos primeiros encontros que ocorreram em Belarus. A reunião de hoje aconteceu na Turquia.
“O encontro de hoje confirmou que o formato russo-ucraniano em Belarus não tem outra alternativa”, afirmou.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.


