Mundo
Acordo de Genebra abre caminho para era pós-Assad
“Ninguém se ilude. Estamos lidando com um regime assassino e toda a região em torno da Síria pode ser afetada”, diz a secretária de Estado americana
GENEBRA (AFP) – O acordo concluído neste sábado 30 em Genebra pelo Grupo de Ação sobre a Síria abriu “o caminho para a era pós-Assad”, afirmou a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, durante uma entrevista coletiva à imprensa.
Os Estados Unidos, acrescentou ela, vão convocar o Conselho de Segurança da ONU para submeter ao organismo este acordo, que prevê o estabelecimento de um governo de transição na Síria.
“Assad deve sair”, acrescentou. Segundo ela, ele não poderá permanecer no governo de transição por causa do “sangue que tem nas mãos”.
“Ninguém se ilude”, afirmou ainda. “Estamos lidando com um regime assassino”, e toda a região em torno da Síria “pode ser afetada”.
“Mas se não houver ação, haverá ainda mais mortes, ainda mais refugiados, e um risco de instabilidade nos Estados vizinhos”, disse.
A secretária de Estado americana afirmou também que os Estados Unidos, assim como os outros países, vão reunir na próxima semana em Paris aqueles que apoiam a oposição síria para expor este plano de transição. “O futuro da Síria pertence ao povo sírio”, concluiu.
Leia mais em AFP Móvel.
GENEBRA (AFP) – O acordo concluído neste sábado 30 em Genebra pelo Grupo de Ação sobre a Síria abriu “o caminho para a era pós-Assad”, afirmou a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, durante uma entrevista coletiva à imprensa.
Os Estados Unidos, acrescentou ela, vão convocar o Conselho de Segurança da ONU para submeter ao organismo este acordo, que prevê o estabelecimento de um governo de transição na Síria.
“Assad deve sair”, acrescentou. Segundo ela, ele não poderá permanecer no governo de transição por causa do “sangue que tem nas mãos”.
“Ninguém se ilude”, afirmou ainda. “Estamos lidando com um regime assassino”, e toda a região em torno da Síria “pode ser afetada”.
“Mas se não houver ação, haverá ainda mais mortes, ainda mais refugiados, e um risco de instabilidade nos Estados vizinhos”, disse.
A secretária de Estado americana afirmou também que os Estados Unidos, assim como os outros países, vão reunir na próxima semana em Paris aqueles que apoiam a oposição síria para expor este plano de transição. “O futuro da Síria pertence ao povo sírio”, concluiu.
Leia mais em AFP Móvel.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

