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Governo Milei é ‘ruim’ ou ‘péssimo’ para 41,4% dos argentinos e ‘bom’ ou ‘ótimo’ para 37,6%

Os índices foram monitorados pelo levantamento do AtlasIntel

Governo Milei é ‘ruim’ ou ‘péssimo’ para 41,4% dos argentinos e ‘bom’ ou ‘ótimo’ para 37,6%
Governo Milei é ‘ruim’ ou ‘péssimo’ para 41,4% dos argentinos e ‘bom’ ou ‘ótimo’ para 37,6%
O presidente da Argentina, Javier Milei. Foto: Luis Robayo/AFP
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Eleitores argentinos indicam uma forte divisão ao serem questionados sobre a aprovação ao atual momento do governo de Javier Milei. No quesito avaliações, porém, o ultradireitista soma mais menções negativas do que positivas. Os dados constam na mais recente pesquisa do Latam Pulse, iniciativa conjunta entre AtlasIntel e Bloomberg. 

Segundo o levantamento, divulgado nesta terça-feira 8, Milei tem 44,3% de aprovação. O índice é praticamente igual ao de desaprovação, que está em 44,1%. Os dois percentuais variaram dentro da margem de erro (2 pontos percentuais) na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em maio.

Antes, 45,9% desaprovavam o governo Milei, enquanto 45,3% aprovavam. 

Os dados, coletados entre 27 e 30 de junho de 2025, mostram, portanto, um cenário de estabilidade política em meio às transformações econômicas promovidas pela Casa Rosada.

Para o presidente argentino, a situação é mais complicada quando os eleitores são perguntados sobre como avaliam o governo. 

Segundo o levantamento, 41,4% acham o governo Milei “ruim ou péssimo”. Enquanto isso, 37,6% acham o governo “ótimo ou bom”. Na pesquisa, 18,8% dos entrevistados avaliam o governo como “regular”. 

A percepção de inflação continua sendo um fator central na avaliação governamental. Os argentinos demonstram preocupação com as variações de preços, mas também sinalizam expectativas de que as medidas adotadas por Milei possam trazer resultados no futuro próximo.

Diante desse cenário, a substancial maioria da população argentina acha que a situação econômica do país é ruim: 67%, segundo a pesquisa. Apenas 17% acham que a situação econômica da Argentina é boa, enquanto julgam a situação como “normal”.

Ainda neste sentido, 62% disseram que a situação familiar (em termos econômicos) é ruim, enquanto 74% julgaram o mercado de trabalho argentino como estando em uma má situação.

A pesquisa foi feita com 1.963 entrevistados através da metodologia do recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), tendo o nível de confiança de 95%.

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