Mundo

Governo de Gaza registra 855 mortes desde a retomada dos bombardeios israelenses

A ofensiva de Israel também deixou 1.869 feridos desde o dia 18 de março

Governo de Gaza registra 855 mortes desde a retomada dos bombardeios israelenses
Governo de Gaza registra 855 mortes desde a retomada dos bombardeios israelenses
Novos ataques de Israel contra palestinos. Foto: Eyad BABA / AFP
Apoie Siga-nos no

O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, governada pelo Hamas, anunciou nesta quinta-feira 27 um balanço de 855 mortos desde a retomada dos bombardeios israelenses no território palestino em 18 de março, após uma trégua de dois meses.

O ministério acrescentou em um comunicado que os bombardeios e a ofensiva terrestre de Israel também deixaram 1.869 feridos desde 18 de março.

No total, a guerra desencadeada por causa do ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023 deixou até agora 50.208 mortos em Gaza, segundo o governo do território, cujos dados a ONU considera confiáveis.

Por outro lado, o movimento islamista indicou que um dos seus porta-vozes, Abdelatif al Qanu, morreu em um bombardeio aéreo israelense “direto” contra a barraca de campanha onde estava no setor de Jabaliya, no norte.

Esse bombardeio é o último ataque israelense a causar a morte de um alto funcionário do Hamas nos últimos dias.

Em 20 de março, o Exército israelense disse que havia matado o chefe da segurança interna do movimento, Rashid Jahjuh, em um ataque aéreo.

Dois dias antes, o Hamas indicou que o chefe de seu governo na Faixa de Gaza, Esam al Dalis, morreu em um bombardeio israelense no território.

“Os bombardeios contra dirigentes e o porta-voz do movimento não romperão nossa vontade”, afirmou o Hamas nesta quinta.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo