Mundo
FMI aprova empréstimo de U$S 1,1 bilhão à Ucrânia
Kiev receberá o dinheiro antes de 20 de janeiro, quando o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, assumirá o cargo
A Junta de Governadores do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou, nesta sexta-feira 20, um desembolso de 1,1 bilhão de dólares (6,8 bilhões de reais) à Ucrânia, como parte de um plano de empréstimos que está em andamento para fornecer apoio orçamentário.
A aprovação ocorre pouco mais de um mês após o FMI completar a sexta revisão de um programa de quatro anos no valor de cerca de 15,5 bilhões de dólares (94,1 bilhões de reais).
“A guerra da Rússia na Ucrânia continua a ter um custo social e econômico devastador para a Ucrânia”, disse a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, em um comunicado.
O pagamento desta sexta-feira eleva o total desembolsado no âmbito do programa para cerca de 9,8 bilhões de dólares (59,5 bilhões de reais), segundo o FMI.
Kiev receberá o dinheiro antes de 20 de janeiro, quando o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, assumirá o cargo. O republicano tem criticado repetidamente os gastos americanos na guerra e se comprometeu a encerrar o conflito rapidamente.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



