Mundo

Ex-primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia ao cargo de deputado

Ele renunciou em julho após quase dois anos no poder

Ex-primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia ao cargo de deputado
Ex-primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia ao cargo de deputado
Outra decepção. Eleito de forma convincente, o morno Starmer não cumpriu as promessas de campanha. Dois anos depois, sua queda tornou-se inevitável – Imagem: Simon Dawson/10 Downing Street
Apoie Siga-nos no

O ex-primeiro-ministro britânico Keir Starmer, que deixou o governo em junho, anunciou nesta terça-feira 1º que renunciará ao cargo de deputado pelo distrito de Holborn e St Pancras para se dedicar a “assuntos internacionais”.

“Chegou o momento de me retirar e me concentrar em outras questões: assuntos internacionais, especialmente defesa, segurança, comércio e tecnologia, em um mundo que muda rapidamente”, declarou o político trabalhista.

Uma eleição suplementar será realizada para substituí-lo no distrito eleitoral londrino, pelo qual foi deputado durante 11 anos e que é considerado um reduto seguro do Partido Trabalhista.

Starmer se tornou primeiro-ministro em julho de 2024, após a vitória esmagadora de seu partido nas eleições legislativas, que pôs fim a 14 anos de governos conservadores.

Após quase dois anos no poder, Starmer renunciou ao cargo de primeiro-ministro em 22 de junho, depois de perder popularidade no país e dentro do próprio partido em meio a decisões controversas e derrotas nas eleições locais.

A relação de Starmer com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se deteriorou após um início favorável. O ex-primeiro-ministro britânico se tornou alvo de críticas do presidente americano depois de se recusar a apoiar plenamente os ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã.

ENTENDA MAIS SOBRE: , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo