Mundo

EUA vetam resolução do Conselho de Segurança da ONU que pedia cessar-fogo em Gaza

O texto teve 13 votos a favor, um contra e uma abstenção (Reino Unido)

Reunião do Conselho de Segurança da ONU em 8 de dezembro de 2023. Foto: Charly Triballeau/AFP
Apoie Siga-nos no

Os Estados Unidos vetaram nesta sexta-feira 8 uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que pedia um cessar-fogo humanitário imediato na Faixa de Gaza, uma iniciativa do secretário-geral da entidade, o português António Guterres.

O texto, redigido pelos Emirados Árabes Unidos e que contava com o apoio de 100 países, teve 13 votos a favor, um contra (Estados Unidos) e uma abstenção (Reino Unido).

Mais cedo, o embaixador adjunto norte-americano na ONU, Robert Wood, já havia afirmado que o país não apoia um cessar-fogo neste momento.

A alegação é que um cessar-fogo imediato “plantaria as sementes de uma guerra futura”, pois o Hamas “não tem desejo algum de uma paz duradoura”.

Horas antes da reunião no Conselho de Segurança, Guterres disse condenar “sem reservas” o ataque executado pelo Hamas contra Israel em 7 de outubro, mas afirmou que esse ato “não pode justificar, em nenhum caso, a punição coletiva do povo palestino”.

Naquele dia, integrantes do Hamas deixaram cerca de 1.200 mortos em território israelense. Desde então, o Exército de Israel ataca a Faixa de Gaza.

Segundo o Ministério da Saúde do enclave, mais de 17.000 pessoas morreram na ofensiva israelense, a maioria mulheres e menores de idade.

(Com informações da AFP)

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Um minuto, por favor…

O bolsonarismo perdeu a batalha das urnas, mas não está morto.

Diante de um país tão dividido e arrasado, é preciso centrar esforços em uma reconstrução.

Seu apoio, leitor, será ainda mais fundamental.

Se você valoriza o bom jornalismo, ajude CartaCapital a seguir lutando por um novo Brasil.

Assine a edição semanal da revista;

Ou contribua, com o quanto puder.