EUA iniciam vacinação contra a Covid-19

A primeira pessoa a ser vacinada foi uma enfermeira do Centro Médico Judaico de Long Island

Foto: Mark Lennihan / POOL / AFP

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Mundo

O governo dos Estados Unidos iniciou nesta segunda-feira 14 uma ampla campanha de vacinação contra a Covid-19, após preparativos de urgência durante o fim de semana, ao mesmo tempo em que, na Europa, a França adota a estratégia de testes em larga escala em algumas cidades e a Alemanha prepara um confinamento parcial.

A primeira pessoa a ser vacinada foi a enfermeira Sandra Lindsay, do Centro Médico Judaico de Long Island, em Nova York.

Em um ano, a pandemia matou mais de 1,6 milhão de pessoas no mundo e infectou mais de 72,1 milhões.

Nos Estados Unidos, país mais afetado do planeta, o número de mortos se aproxima de 300.000, com mais de 16,2 milhões de contágios. No fim de semana, a vacina da Pfizer/BioNTech começou a ser enviada para hospitais e outros locais, em caixas refrigeradas a -70ºC, a partir da fábrica da Pfizer no Michigan.

O laboratório indica que 20 aviões transportarão as vacinas a cada dia. “As vacinas foram enviadas e estão a caminho”, celebrou no domingo o presidente Donald Trump no Twitter.

O governador do Kentucky, Andy Beshear, anunciou que seu estado será o primeiro a vacinar, menos de 72 horas depois da autorização da agência reguladora americana para o uso emergencial da vacina Pfizer/BioNTech.

O país pretende vacinar 20 milhões de pessoas até o fim do ano e 100 milhões até o final de março.

A urgência é cada vez maior: as infecções dispararam, com 1,1 milhão de novos casos confirmados nos últimos cinco dias nos Estados Unidos.

O país foi o sexto a aprovar a vacina da aliança Pfizer/BioNTech, depois de Reino Unido, Canadá, Bahrein, Arábia Saudita e México.

A Agência Europeia de Medicamentos deve emitir uma opinião sobre o produto até o fim do mês.

No continente, os temores aumentam com o fim do ano e a segunda onda, que acelera na Alemanha e Itália.

 

(Com informações da AFP).

 

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