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EUA executarão homem após quase 50 anos no corredor da morte
A pena de morte foi abolida em 23 dos 50 estados norte-americanos. Outros três observam uma moratória das execuções
Um homem condenado à morte por um assassinato cometido em 1976 e que passou quase meio século no corredor da morte será executado nesta quarta-feira 25, em Mississippi, no sul dos Estados Unidos.
Richard Jordan, de 79 anos, será executado por injeção letal. Ele foi condenado à morte pelo sequestro e pelo assassinato de Edwina Marter, de 34 anos, esposa de um executivo bancário.
Se a execução se concretizar, será a primeira no Mississippi em dois anos e meio e a segunda programada para esta semana nos Estados Unidos, após a de Thomas Gudinas, de 51 anos, na terça-feira 24, na Flórida.
Desde o início do ano, 24 execuções foram realizadas nos Estados Unidos, a maioria delas (19) por injeção letal.
Três ocorreram por inalação de nitrogênio, um método utilizado pela primeira vez no Alabama, em 2024, e considerado por especialistas da ONU uma “tortura”, e dois por fuzilamento na Carolina do Sul, pela primeira vez nos Estados Unidos desde 2010.
A pena de morte foi abolida em 23 dos 50 estados dos Estados Unidos. Outros três, Califórnia, Oregon e Pensilvânia, observam uma moratória das execuções.
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