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EUA adotam novas medidas para restringir exportação de semicondutores para China

Comunicado oficial cita a segurança nacional como justificativa principal para as medidas

EUA adotam novas medidas para restringir exportação de semicondutores para China
EUA adotam novas medidas para restringir exportação de semicondutores para China
Xi Jinping e Joe Biden Fotos: GREG BAKER e Nicholas Kamm / AFP
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Os Estados Unidos anunciaram, nesta segunda-feira (2), novas medidas para restringir a exportação de semicondutores para a China, com o objetivo de dificultar a capacidade do país asiático de produzir tecnologia necessária para modernizar suas armas, anunciou o Departamento de Comércio.

Este “pacote de normas” tem como objetivo “prejudicar ainda mais” a capacidade da China de “produzir semicondutores (…) que podem ser utilizados na próxima geração de sistemas avançados de armas, em inteligência artificial (IA) e computação avançada, que possuem importantes aplicações militares”, afirma.

As medidas restringem as exportações para 140 empresas, incluindo as chinesas Piotech e SiCarrier Technology.

Também afetam a Naura Technology Group, que fabrica equipamentos de produção de semicondutores, segundo o Departamento de Comércio, e incluem ainda controles sobre cerca de 20 equipamentos de fabricação de semicondutores e três tipos de ferramentas de software.

“Os Estados Unidos tomaram medidas significativas para proteger nossa tecnologia e evitar que nossos adversários a utilizem de forma a ameaçar nossa segurança nacional”, declarou o conselheiro de Segurança Nacional, Jake Sullivan, em um comunicado.

Washington continuará a trabalhar com aliados “para salvaguardar de forma proativa e agressiva nossas tecnologias e conhecimentos líderes no mundo”, acrescentou.

No mesmo comunicado, o subsecretário de Comércio para Indústria e Segurança, Alan Estevez, afirmou que os Estados Unidos reavaliam e atualizam constantemente seus “controles”.

Trata-se de uma política iniciada durante o primeiro mandato do presidente eleito republicano, Donald Trump, com o objetivo de impedir que a China ganhe terreno e se torne líder no setor tecnológico.

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