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É possível desenvolver ‘muito rápido’ uma vacina contra a variante Ômicron, diz cientista da Oxford

Cientista considera que é ‘altamente improvável’ que a variante se propague com força entre a população já vacinada

Ilustração: Handout/US Food and Drug Administration/AFP
Ilustração: Handout/US Food and Drug Administration/AFP

O cientista britânico que liderou as pesquisas sobre a vacina Oxford/AstraZeneca contra o coronavírus afirmou neste sábado 27 que é possível criar uma nova contra a variante Ômicron “muito rápido”.

O professor Andrew Pollard, diretor do Oxford Vaccine Group, considerou que é “altamente improvável” que esta nova variante se propague com força entre a população já vacinada, “como já vimos no passado” com a variante Delta.

Mas se for o caso, “seria possível agir muito rápido”, explicou à BBC, porque “os processos de desenvolvimento de uma nova vacina estão cada vez mais robustos”.

Embora também pense que as vacinas atuais devem servir contra a nova cepa, considerada “preocupante” pela Organização Mundial da Saúde, afirma que isso só poderá ser confirmado nas próximas semanas.

Até o momento, nenhum caso com a variante omicron foi detectado no Reino Unido, um dos países da Europa mais afetados pela pandemia, com mais de 144,5 mil mortes.

Os fabricantes de outras vacinas, como Pfizer/BioNTech, Moderna e Novavax também se mostraram confiantes em sua capacidade para combater a nova cepa.

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