Mundo
Decisão israelense de atacar Irã está ‘muito longe’, diz Barak
O ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, declarou que a decisão de atacar o Irã está “muito longe” e acrecentou que o vizinho ainda não decidiu passar para a fase de produção de armas nucleares
JERUSALÉM (AFP) – O ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, afirmou nesta quarta-feira que uma eventual decisão de atacar o Irã está “muito longe”, em declarações à rádio militar.
“Não há uma decisão de nossa parte, não há decisão em relação a uma data para tomar uma decisão, tudo isso está muito longe”, declarou Barak em resposta a uma pergunta sobre um eventual ataque israelense contra as instalações nucleares iranianas.
Quando perguntado sobre o que interpretava por “longe”, Barak recusou-se a dar previsões.
O ministro da Defesa também afirmou que o Irã ainda não decidiu passar para a fase de produção de armas nucleares.
“Os iranianos não puseram fim aos controles da Agência Internacional de Energia Atômica”, acrescentou.
Leia também:
“Não o fazem porque sabem que isso seria uma nova prova do caráter militar de seu programa nuclear, e isso provocaria um endurecimento das sanções internacionais ou de outro tipo de ações contra seu país”, ressaltou Barak.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, havia considerado na segunda-feira que as atuais sanções dos Estados Unidos e da União Europeia contra o Irã não eram suficientes para obrigar Teerã a deter seu programa nuclear.
JERUSALÉM (AFP) – O ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, afirmou nesta quarta-feira que uma eventual decisão de atacar o Irã está “muito longe”, em declarações à rádio militar.
“Não há uma decisão de nossa parte, não há decisão em relação a uma data para tomar uma decisão, tudo isso está muito longe”, declarou Barak em resposta a uma pergunta sobre um eventual ataque israelense contra as instalações nucleares iranianas.
Quando perguntado sobre o que interpretava por “longe”, Barak recusou-se a dar previsões.
O ministro da Defesa também afirmou que o Irã ainda não decidiu passar para a fase de produção de armas nucleares.
“Os iranianos não puseram fim aos controles da Agência Internacional de Energia Atômica”, acrescentou.
Leia também:
“Não o fazem porque sabem que isso seria uma nova prova do caráter militar de seu programa nuclear, e isso provocaria um endurecimento das sanções internacionais ou de outro tipo de ações contra seu país”, ressaltou Barak.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, havia considerado na segunda-feira que as atuais sanções dos Estados Unidos e da União Europeia contra o Irã não eram suficientes para obrigar Teerã a deter seu programa nuclear.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



