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Espanha reage à decisão de expropriar petrolífera YPF

O premier espanhol, Mariano Rajoy, prometeu tomar providências em breve. Para ele, o clima de cordialidade entre os dois países está ameaçado

Espanha reage à decisão de expropriar petrolífera YPF
Espanha reage à decisão de expropriar petrolífera YPF
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 Por Renata Giraldi*

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A decisão argentina de expropriar a petrolífera espanhola YPF gerou reações das autoridades da Espanha. O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, prometeu tomar providências em breve. O ministro das Relações Exteriores,  José Manuel Garcia Margallo, e da Indústria, José Manuel Soria, condenaram a medida e a consideraram arbitrária. Para eles, o clima de cordialidade existente entre os dois países está ameaçado.

De acordo com Margallo, o governo argentino quebrou  um “acordo verbal” feito por autoridades em relaçãoà exploração de petróleo por espanhóis no país. Segundo ele, inúmeros acionistas da Repsol, que é responsável pela YPF, serão prejudicados devido à decisão de expropriação definida pelo governo argentino.

No entanto, entre os ecologistas espanhóis, a reação foi de apoio à Argentina. O grupo Ecologistas em Ação informou que não há “nenhum controle público” sobre as atividades da empresa YPF em território argentino. O assunto foi o tema principal dos principais jornais espanhóis, como El País, El Mundo, La Vanguardia, Cinco Dias e ABC.

Pela proposta em discussão na Argentina, 51% das ações da empresa petrolífera serão expropriadas – o governo federal ficará com 26,06% e as regiões produtoras com 24,99%-, enquanto os restantes 49% serão de responsabilidade das províncias (estados), nos quais a empresa atua.

 

 

*Com informações da agência pública de notícias da Argentina, Telam//Edição: Graça Adjuto

 

 

 

 

 

 Por Renata Giraldi*

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A decisão argentina de expropriar a petrolífera espanhola YPF gerou reações das autoridades da Espanha. O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, prometeu tomar providências em breve. O ministro das Relações Exteriores,  José Manuel Garcia Margallo, e da Indústria, José Manuel Soria, condenaram a medida e a consideraram arbitrária. Para eles, o clima de cordialidade existente entre os dois países está ameaçado.

De acordo com Margallo, o governo argentino quebrou  um “acordo verbal” feito por autoridades em relaçãoà exploração de petróleo por espanhóis no país. Segundo ele, inúmeros acionistas da Repsol, que é responsável pela YPF, serão prejudicados devido à decisão de expropriação definida pelo governo argentino.

No entanto, entre os ecologistas espanhóis, a reação foi de apoio à Argentina. O grupo Ecologistas em Ação informou que não há “nenhum controle público” sobre as atividades da empresa YPF em território argentino. O assunto foi o tema principal dos principais jornais espanhóis, como El País, El Mundo, La Vanguardia, Cinco Dias e ABC.

Pela proposta em discussão na Argentina, 51% das ações da empresa petrolífera serão expropriadas – o governo federal ficará com 26,06% e as regiões produtoras com 24,99%-, enquanto os restantes 49% serão de responsabilidade das províncias (estados), nos quais a empresa atua.

 

 

*Com informações da agência pública de notícias da Argentina, Telam//Edição: Graça Adjuto

 

 

 

 

 

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