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China pede aos EUA a libertação imediata de Maduro e sua esposa

País afirma que Estados Unidos violaram o direito internacional

China pede aos EUA a libertação imediata de Maduro e sua esposa
China pede aos EUA a libertação imediata de Maduro e sua esposa
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Foto: Pedro MATTEY / AFP
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O Ministério das Relações Exteriores da China pediu neste domingo 4 que os Estados Unidos libertem imediatamente o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, que foram capturados no sábado 3 em Caracas e estão sendo mantidos sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn, em Nova York.

Para o governo chinês, que é um dos principais parceiros políticos e econômicos da Venezuela, a ação deflagrada pelos Estados Unidos “violou claramente” o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais, além dos propósitos e princípios estabelecidos pela Carta da Organização das Nações Unidas (ONU).

No comunicado, a China pede que os Estados Unidos garantam a segurança pessoal de Maduro e de sua esposa e cessem com a tentativa de derrubar o governo venezuelano. Além disso, afirma o governo chinês, os Estados Unidos precisam garantir que esse problema seja resolvido “por meio do diálogo e da negociação”.

Esta foi a segunda manifestação oficial da China sobre o caso. No sábado, o Ministério das Relações Exteriores do gigante asiático já havia condenado o uso da força pelos Estados Unidos contra Maduro, dizendo estar “profundamente chocado” com a ação deflagrada ontem.

“A China condena veementemente o uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um país soberano e sua ação contra o presidente de outro Estado”, afirmou a chancelaria.

Uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas deve acontecer na segunda-feira 5 para discutir a situação da Venezuela.

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