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Chefe do Pentágono diz que esta terça será o dia ‘mais intenso’ de ataques contra o Irã

Pete Hegseth promete os bombardeios mais intensos desde o início da guerra, há 10 dias

Chefe do Pentágono diz que esta terça será o dia ‘mais intenso’ de ataques contra o Irã
Chefe do Pentágono diz que esta terça será o dia ‘mais intenso’ de ataques contra o Irã
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, com o presidente Donald Trump ao fundo, na reunião 'América Contra os Cartéis', na Flórida, em 7 de março de 2026. Foto: Saul Loeb/AFP
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O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou que os ataques contra o Irã se intensificarão nesta terça-feira 10, com os bombardeios mais fortes desde o início da guerra, há 10 dias.

“Hoje será novamente o nosso dia mais intenso de ataques dentro do Irã”, declarou Hegseth em uma coletiva de imprensa no Pentágono.

Em relação ao cronograma da guerra, o presidente Donald Trump “tem o controle do acelerador. É ele quem decide”, confirmou Hegseth.

“Não cabe a mim especular se este é o começo, o meio ou o fim” da operação, observou o secretário da Defesa.

Entre os objetivos do conflito está a destruição da Marinha iraniana, que tem sido atacada com “artilharia, caças, bombardeiros e mísseis lançados do mar”, afirmou o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior, juntamente com Hegseth.

O Irã ameaçou bloquear todas as exportações de petróleo pelo Golfo enquanto durar a guerra. Trump ameaçou com “morte, fogo e fúria” caso Teerã interfira nas exportações de petróleo.

Caine afirmou que as forças americanas continuam “caçando e atacando navios minadores e instalações de armazenamento de minas”, armas que o Irã poderia usar para bloquear o tráfego marítimo.

Hegseth acusou o Irã de “posicionar lançadores de foguetes em bairros civis, perto de escolas e hospitais, para tentar impedir nossa capacidade de atacar”.

“É assim que eles operam”, afirmou.

O secretário da Defesa se recusou a fornecer mais detalhes sobre a explosão ocorrida no início do conflito, que destruiu uma escola de ensino fundamental na cidade de Minab, no sul do país, e que, segundo o Irã, matou mais de 150 pessoas.

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