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Bruce Springsteen lança canção mordaz contra Trump e sua polícia de imigração

Em ‘Streets of Minneapolis’, o roqueiro mira as ações dos agentes federais que recentemente deixaram dois mortos

Bruce Springsteen lança canção mordaz contra Trump e sua polícia de imigração
Bruce Springsteen lança canção mordaz contra Trump e sua polícia de imigração
Bruce Springsteen e Donald Trump. Fotos: Suzanne Cordeiro/AFP e Brendan Smialowski/AFP
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O roqueiro Bruce Springsteen lançou nesta quarta-feira 28 Streets of Minneapolis, uma canção de protesto na qual critica a campanha anti-imigração de Donald Trump e as ações dos agentes federais que recentemente deixaram dois mortos nos Estados Unidos.

Springsteen, de 76 anos, é conhecido por sua filiação democrata e critica abertamente o governo de Trump.

“Escrevi esta canção no sábado, gravei ontem e apresento hoje a vocês, em resposta ao terror de Estado que está sendo exercido sobre a cidade de Minneapolis”, anunciou o músico em suas redes sociais.

Springsteen, cuja discografia gira em torno dos desafios da classe média americana e temas sociais, dedicou a canção de pouco mais de quatro minutos a Alex Pretti e Renee Good, mortos a tiros por agentes federais durante operações de combate à imigração irregular em Minneapolis neste mês.

“Os capangas federais de Trump o espancaram/ No rosto e no peito/ Então ouvimos os tiros/ E Alex Pretti jazia morto na neve”, diz um trecho da música disponível nas plataformas de streaming.

“Oh, nossa Minneapolis, ouço a sua voz/ Chorando em meio à névoa sangrenta/ Vamos nos lembrar dos nomes daqueles que morreram/ Nas ruas de Minneapolis”, afirma o refrão deste single, que faz referência a um de seus grandes sucessos, Streets of Philadelphia.

No passado, Springsteen manifestou seu apoio público aos ex-presidentes Barack Obama e Joe Biden, e também à ex-candidata Kamala Harris.

Além disso, afirmou em uma ocasião que Trump estava “revertendo a histórica legislação sobre direitos civis que levou a uma sociedade mais justa e plural”.

Em resposta, Trump o chamou de “imbecil desagradável”.

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