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Brasil assume mandato no Conselho de Segurança da ONU

Participação não é permanente; Itamaraty declarou que ‘o Brasil atuará em defesa dos propósitos e dos princípios das Nações Unidas’

Jair Bolsonaro discursa na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Foto: Alan Santos/PR
Jair Bolsonaro discursa na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Foto: Alan Santos/PR
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O Brasil assume, neste sábado 1, um mandato de dois anos no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, o mais importante órgão da entidade, com sede em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

A participação do Brasil será como membro não permanente. Será a 11ª vez que o País atua nesse ofício – a primeira foi no biênio de 1946 e 1947, e a última foi no biênio de 2010 e 2011, durante o governo de Dilma Rousseff (PT).

O Conselho tem como participantes fixos os Estados Unidos, a Rússia, a China, a França e o Reino Unido.

O grupo detém o poder de decidir quais medidas a devem adotadas em relação aos países que apresentarem conduta incompatível com as normas de proteção à segurança internacional.

Em nota, o Itamaraty declarou que “o Brasil atuará em defesa dos propósitos e dos princípios das Nações Unidas” e que terá como prioridades “a prevenção e a solução pacífica de conflitos, a eficiência das missões de paz e das respostas humanitárias às crises internacionais, a consolidação da paz mediante ações voltadas para o desenvolvimento, o respeito aos direitos humanos e a maior participação das mulheres nas ações de promoção da paz e da segurança internacionais”.

Segundo o Itamaraty, o Brasil participa de sete das doze operações de paz da ONU que estão em curso.

Victor Ohana

Victor Ohana Repórter do site de CartaCapital

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