Biden comunicou a Netanyahu que apoia um ‘cessar-fogo’ em Israel

O presidente americano 'encorajou Israel a fazer todos os esforços para garantir a proteção de civis inocentes', segundo comunicado

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Foto: Alex Edelman/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Foto: Alex Edelman/AFP

Mundo

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, comunicou ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, nesta segunda-feira 17 que é a favor de um cessar-fogo no confronto entre israelenses e palestinos, mas se absteve de exigir abertamente uma trégua.

 

 

No telefonema com o primeiro-ministro israelense, “o presidente expressou seu apoio a um cessar-fogo e discutiu o compromisso dos Estados Unidos com o Egito e outros parceiros com esse objetivo”, informou a Casa Branca.

Biden tem resistido a se juntar a outros líderes mundiais e a grande parte de seu próprio partido democrata para pedir publicamente um cessar-fogo imediato em Israel.

Em um comunicado, a Casa Branca informou que o presidente reiterou o que tem sido sua mensagem principal até agora: “seu forte apoio ao direito de Israel de se defender de ataques indiscriminados com foguetes”.

O presidente americano “encorajou Israel a fazer todos os esforços para garantir a proteção de civis inocentes”, segundo o comunicado.

A Casa Branca, no entanto, evitou condenar qualquer aspecto dos ataques militares israelenses em andamento, afirmando que o aliado próximo dos Estados Unidos tem o direito de responder pela força aos foguetes lançados pelo Hamas, que governa a Faixa de Gaza.

Algumas autoridades americanas sugeriram que opiniões mais críticas estão sendo transmitidas em privado.

Responda nossa pesquisa e nos ajude a entender o que nossos leitores esperam de CartaCapital

Um minuto, por favor...

Obrigado por ter chegado até aqui. Combater a desinformação, as mentiras e os ataques às instituições custa tempo e dinheiro. Nós, da CartaCapital, temos o compromisso diário de levar até os leitores um jornalismo crítico, alicerçado em dados e fontes confiáveis. Acreditamos que este seja o melhor antídoto contra as fake news e o extremismo que ameaçam a liberdade e a democracia.

Se você acredita no nosso trabalho, junte-se a nós. Apoie, da maneira que puder. Ou assine e tenha acesso ao conteúdo integral de CartaCapital!

Agência de notícias francesa, uma das maiores do mundo. Fundada em 1835, como Agência Havas.

Compartilhar postagem