Mundo
Barril do petróleo passa dos 110 dólares após ameaças de Trump
O presidente dos Estados Unidos disse que vai destruir usinas de energia e pontes no território iraniano caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto
Os preços do petróleo chegaram a ultrapassar nesta segunda-feira 6 a barreira de 110 dólares por barril, impulsionados pelo conflito no Oriente Médio e pelas ameaças de Donald Trump de destruir instalações civis do Irã.
Depois de superar o valor durante as primeiras negociações no mercado asiático, tanto o West Texas Intermediate (WTI) quanto o Brent do Mar do Norte eram negociados em baixa.
Às 4h30 de Brasília, o barril de WTI, referência para os Estados Unidos, recuava 0,7%, a 100,75 dólares. O Brent do Mar do Norte, referência do mercado mundial, subia 0,2%, a 109,20 dólares o barril.
Trump ameaçou no domingo destruir pontes e usinas de energia iranianas se a República Islâmica não reabrir o trânsito naval pelo Estreito de Ormuz, via pela qual trafegava 20% da produção de petróleo mundial antes da guerra.
O Irã bloqueia a passagem pelo estreito desde o início da guerra, em 28 de fevereiro.
A Bolsa de Tóquio encerrou a segunda-feira em alta de 0,6%, enquanto a Bolsa de Seul fechou com alta de 1,4%. Outras Bolsas asiáticas não operaram devido ao feriado da segunda-feira de Páscoa.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.



