Mundo

Ataque aéreo dos EUA mata chefe do Estado Islâmico na Síria

O ataque, que atingiu o leste da Síria na sexta-feira, matou Osama al-Muhajer

Ataque aéreo dos EUA mata chefe do Estado Islâmico na Síria
Ataque aéreo dos EUA mata chefe do Estado Islâmico na Síria
Passantes observam região onde ataque foi reportado. Foto: Bakr Alkasem / AFP
Apoie Siga-nos no

Um chefe do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Síria foi morto em um ataque de drones dos EUA, informou o Comando Central dos Estados Unidos no Oriente Médio (Centcom) neste domingo (9).

O ataque, que atingiu o leste da Síria na sexta-feira, matou Osama al-Muhajer, disse o chefe do Centcom, general Michael Kurilla, segundo um comunicado.

“Deixamos claro que continuamos comprometidos em derrotar o EI em toda a região”, declarou. “O EI ainda é uma ameaça, não apenas para a região, mas além”, acrescentou.

Nenhum civil morreu no bombardeio, disse o Centcom. No entanto, as forças da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, criada em 2014 para combater o Estado Islâmico, registraram um civil morto.

O bombardeio “foi realizado pelos mesmos MQ-9 [drones americanos] que (…) foram atacados por aviões militares russos”, observou o Centcom.

Os drones americanos envolvidos nas operações contra o EI na Síria foram atacados por aviões militares russos na quinta-feira, pela segunda vez em 24 horas, disse um comandante dos EUA.

O grupo EI se apoderou de vastos territórios na Síria e no Iraque como consequência, entre outros, da guerra na Síria, iniciada em 2011.

O “califado” do EI na Síria foi derrotado em 2019, mas a coalizão continua no país para combater os grupos jihadistas que ainda atuam na região.

A guerra na Síria deixou quase meio milhão de mortos, milhões de deslocados e um país devastado.

ENTENDA MAIS SOBRE: ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo