Mundo
As reações de líderes mundiais ao ataque em jantar com Trump nos EUA
A violência política representa uma afronta aos valores democráticos, afirmou o presidente Lula
O presidente Lula (PT) manifestou, na manhã deste domingo 26, solidariedade ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o ataque a tiros em um jantar com correspondentes da Casa Branca. O brasileiro ainda afirmou que a violência política representa uma afronta aos valores democráticos.
Outros líderes também manifestaram repúdio aos disparos e condenaram a violência política. A presidenta do México, Claudia Sheinbaum, declarou que “a violência nunca deve ser o caminho”. O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou o atendado como “inaceitável” e afirmou que “a violência não tem lugar em uma democracia”.
O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a resposta das forças de segurança norte-americanas. O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse que a violência política “não tem lugar em nenhuma democracia”.
A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que a violência nunca é uma opção para aqueles que defendem os valores da paz. “Condenamos veementemente a tentativa de ataque contra o presidente Donald Trump e sua esposa”, disse.
O chefe de governo do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou estar “profundamente chocado” com o caso. “Aliviado em saber que o presidente Trump, a primeira-dama e outros participantes estão seguros. Meus pensamentos e orações estão com ele, e desejo-lhe segurança e bem-estar contínuos”, declarou.
O rei Charles III da Inglaterra expressou seu “grande alívio” pelo fato de o presidente Trump, sua esposa Melania e outros convidados terem escapado ilesos dos disparos, informou o Palácio de Buckingham.
“Acabei de falar com o presidente Donald Trump para expressar minha solidariedade a ele e à primeira-dama após a tentativa de ataque”, declarou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no X. “Reiteramos que a violência política não tem lugar em nossas democracias”, acrescentou.
(Com informações da AFP).
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.



