Mundo

Ao menos 17 mortos por ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza

Um dos ataques atingiu uma escola administrada pela Agência da ONU para Refugiados Palestinos

Ao menos 17 mortos por ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza
Ao menos 17 mortos por ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza
Equipes de resgate e pessoas procuram por vítimas após um ataque israelense ao prédio do município em Deir el-Balah, no centro da Faixa de Gaza, em 14 de dezembro de 2024. Créditos: Eyad BABA / AFP
Apoie Siga-nos no

Ao menos 17 pessoas morreram neste sábado 14 em ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza, sendo um deles contra uma escola que resultou em 7 mortes, informou a Defesa Civil local.

Um dos ataques atingiu uma escola administrada pela Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA), que funcionava como refúgio para deslocados, causando 7 mortes, incluindo mulheres e crianças.

“Aviões de combate israelenses atacaram a escola Al Majida Wasila, no oeste da cidade de Gaza”, declarou Mahmoud Basal, porta-voz da Defesa Civil, à AFP.

Contatado pela AFP, o exército israelense afirmou que está investigando os acontecimentos.

A escola, assim como muitas outras administradas pela UNRWA, havia sido transformada em refúgio improvisado para os deslocados pela guerra, que teve início há mais de 14 meses.

A maioria da população de Gaza foi deslocada diversas vezes.

Em outro ataque durante a tarde, um bombardeio em edifícios da prefeitura de Deir al Balah, no centro de Gaza, causou a morte do prefeito da cidade, Diab al-Jarw, e de pelo menos mais 9 pessoas, informou Basal.

O exército israelense confirmou em um comunicado que atacou al-Jarw, na “zona humanitária de Deir al Balah”, acusando-o de ser “agente do braço militar do Hamas”.

ENTENDA MAIS SOBRE: , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo