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Ameaça existencial

Regular a expansão da Inteligência Artificial não é fácil, mas imprescindível

Imagem: iStockphoto
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Ela vai nos destruir ou nos salvar? Um debate entre otimistas e pessimistas tecnológicos desenrola-se ao longo de séculos, enquanto a marcha constante do progresso humano produz novas tecnologias, da roda à impressora e ao smartphone. Mas hoje é uma conversa conduzida com urgência crescente sobre a Inteligência Artificial.

Os otimistas salientam que a história provou inúmeras vezes que os pessimistas estavam errados. Tomemos como exemplo a imprensa: a Igreja Católica do século XV preocupava-se que a difusão da informação minasse a autoridade e a estabilidade em toda a Europa. Alguns intelectuais temiam que a informação fosse perigosa nas mãos da plebe. As guildas artesanais opuseram-se à democratização de suas habilidades por meio de manuais. No fim, a imprensa permitiu danos – a publicação de um manual de caça às bruxas em 1486 abriu caminho para séculos de perseguição a mulheres suspeitas de bruxaria –, mas estes foram completamente ofuscados por seus benefícios iluministas.

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