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Agente de imigração dos EUA atira em venezuelano em Minneapolis

A cidade é a mesma onde uma mulher foi morta durante protesto na última semana

Agente de imigração dos EUA atira em venezuelano em Minneapolis
Agente de imigração dos EUA atira em venezuelano em Minneapolis
Agentes do ICE durante protesto em Minneapolis – foto: Octavio Jones/AFP
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Um agente federal de imigração dos Estados Unidos atirou em um venezuelano na quarta-feira 14 em Minneapolis, informaram autoridades locais, que pediram “calma” uma semana após a morte de uma mulher nessa mesma cidade.

“Entendemos que há indignação (…). A cidade de Minneapolis volta a exigir que o ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândega) deixe a cidade e o estado (Minnesota) imediatamente”, escreveram as autoridades no X.

Funcionários do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) confirmaram os disparos no X e informaram que “um imigrante ilegal da Venezuela” foi detido em uma blitz de trânsito e resistiu à prisão.

“Enquanto o indivíduo e o agente policial lutavam no chão, duas pessoas saíram de um apartamento próximo e também atacaram o agente com uma pá de neve e um cabo de vassoura”, informou o DHS.

O agente “efetuou um disparo defensivo para proteger sua vida” e feriu na perna o primeiro indivíduo.

Esse fato ocorre após Renee Nicole Good, uma americana de 37 anos, ter sido morta em seu carro em 7 de janeiro por tiros de um agente do ICE durante uma operação contra migrantes em Minneapolis.

Desde que voltou à Casa Branca em janeiro de 2025, o presidente Donald Trump tem impulsionado uma onda de deportações em massa, uma de suas promessas de campanha.

Autoridades de Minneapolis e do estado de Minnesota criticam as ações dos agentes do DHS, incluindo os do ICE.

Em um vídeo publicado na quarta-feira nas redes sociais, o governador de Minnesota, Tim Walz, denunciou “o caos, a interferência e o trauma que o governo federal está despejando sobre nossa comunidade”, descrevendo interrogatórios de porta em porta realizados por agentes do ICE “armados, mascarados e com pouca capacitação”.

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