CartaExpressa
Justiça nega pedido de prisão de professor que elogiou Hitler em escola e determina 180 dias de afastamento do cargo
Docente de Santa Catarina que foi filmado por alunos defendendo o nazismo deverá manter distância de 200 metros de escolas onde trabalha
A Justiça de Santa Catarina negou o pedido de prisão preventiva do professor da rede estadual de ensino, investigado por apologia ao nazismo em sala de aula.
Conforme informação do Ministério Público do estado, o docente está afastado das aulas de aula por 180 dias.
A decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina determinou que o professor está proibido de se aproximar, a menos de 200 metros, das instituições onde leciona.
Um vídeo que repercutiu nas redes sociais mostram o professor afirmando que apoiaria o ditador Adolf Hitler, quando questionado por um aluno.
“Eu tenho uma admiração por Hitler”, respondeu o ele.
O docente já havia sido afastado das funções pelo mesmo motivo em novembro de 2022. Na ocasião, ele elogiou o regime alemão nazista em um aplicativo de mensagens.
Em nota divulgada na semana passada, a Secretaria Estadual de Educação informou que “começou a tomar todas as medidas cabíveis, visto que há um processo em andamento”, assim que soube da conduta do professor.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Após afastamento por elogio ao nazismo, professor volta às aulas em SC e diz admirar Hitler
Por CartaCapital
O incontido amor do bolsonarismo pelo nazismo
Por Gustavo Freire Barbosa


