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Livros em domicílio

Educação

Nem todos os pais conseguem driblar a correria do dia a dia para passar em uma livraria e checar os lançamentos ou adquirir novos livros para seus filhos. Entre aqueles que conseguem, há ainda a dificuldade de saber quais os melhores títulos ou aqueles mais adequados para a criança, diante da grande variedade desse mercado.

Como solução para esse impasse surgiu o Leiturinha, primeiro clube de assinatura de livros infantis do Brasil. Em funcionamento desde maio deste ano, o serviço entrega em casa, mensalmente, livros voltados para crianças de até 8 anos de idade. As obras são escolhidas por uma equipe composta de pedagogos e psicólogos, que os selecionam tendo como base as características de cada criança.

“A intenção é estimular o hábito da leitura e proporcionar um momento de convívio e interação entre pais e filhos, fortalecendo este vínculo”, explica Guilherme Martins, um dos sócios do Leiturinha, que já conta com 3 mil assinantes. A previsão é chegar a dezembro com mais de 7 mil assinaturas e, em 18 meses, alcançar o número de 20 mil assinantes. “Até o fim deste ano, vamos estender nosso alcance em relação à faixa etária dos livros, atendendo crianças de até 10 anos”, revela.

Para tornar-se assinante, é preciso acessar o site e fazer um cadastro, onde o usuário deve escolher seu plano de preferência e preencher os dados do pequeno leitor. Há quatro opções de planos: 49 reais ao mês para uma assinatura anual, 59 reais ao mês para a semestral, 64 reais ao mês para a trimestral e 69 reais ao mês para assinatura mensal. Existe também a possibilidade de oferecer o kit como presente, sem período de adesão, com pagamento único de 79 reais. O valor do frete não está incluído.

Com entregas para todo o Brasil, os kits contemplam dois livros, um marcador de página personalizado e uma cartinha com explicações e dicas pedagógicas de como abordar o tema da obra, promovendo a aprendizagem e um contato agradável entre pais, filhos e literatura. “Nossa equipe faz um planejamento para que as obras sejam adequadas às crianças e para que não haja repetição de temas. Evitamos, por exemplo, essas temáticas muito comerciais como as das princesas”, explica Martins.

As composições chegam por correio em um pacote que simula um presente. “Vem no nome da criança, o que também é bem legal, pois tem essa coisa de receber sua própria correspondência, o que a deixa muito animada.” Até o momento, o Leiturinha trabalha com 12 editoras parceiras, entre elas Brinque-Book, Ciranda Cultural e Compor. “Estamos fechando com a Editora Saraiva. As perspectivas são boas, pois a recepção das pessoas tem sido bem positiva”, comemora Martins.

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Jornalista formada pela PUC-SP e bacharel em Letras pela USP. Já trabalhou no site da revista Crescer e escreve sobre educação desde 2013.

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