Educação

Escolas municipais de SP terão farinata nas merendas escolares

Composto feito de alimentos próximos do vencimento vai complementar a alimentação dos estudantes nas escolas

Escolas municipais de SP terão farinata nas merendas escolares
Escolas municipais de SP terão farinata nas merendas escolares
Farinata é feita a partir de alimentos próximos do vencimento. Créditos: Divulgação/Rosana Perroti
Apoie Siga-nos no

As escolas municipais de São Paulo vão incorporar às suas merendas, ainda este mês, a farinata, composto feito a partir de alimentos próximos do vencimento e do qual deriva o polêmico granulado, apresentado pela Prefeitura como estratégia para erradicar a fome em São Paulo.

O anúncio foi feito pelo prefeito João Dória (PSDB) na quarta 18, durante coletiva realizada em São Paulo, em parceria com a Arquidiocese, que contou com a presença do arcebispo Dom Odilo Scherer.

Segundo a Prefeitura, o suplemento alimentar, deve ser utilizado de maneira complementar às refeições dos estudantes, dada sua concentração de proteínas, vitaminas e sais minerais. Entregue no formato de pó, as escolas poderão manipulá-lo no preparo de mingaus e bolos, ou ainda oferecê-lo em biscoitos feitos a partir da mesma base.

Leia mais: 
O granulado nutricional fere a dignidade humana

O prefeito não esclareceu como o composto deve chegar às escolas, já que a operação deve ficar a cargo da Plataforma Sinergia, organização que idealizou o granulado. Explicou apenas que empresas e supermercados ficam responsáveis pela doação dos alimentos próximos do vencimento, e também pelo processo que transforma o alimento no granulado, a farinata.

A Secretaria de Educação, segundo afirmou o prefeito, já está autorizada a utilizar o alimento solidário nas merendas escolares.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo